segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Interessante sem dúvida...

Helena Maria Gonçalves e Virgínia do Carmo convidam para a inauguração do Epycentro - Centro de Arte e Educação, e do Espaço Poética, a decorrer no dia 3 de março de 2018, a partir das 15h00, na Praça Araújo Carandá, 38, em Braga. 
A sessão constará de um happening poético com a participação de Helena Maria Gonçalves e Tania Vilas Boas, e de um momento musical com o poeta e compositor Pedro Branco. 


https://www.facebook.com/events/213482899213475/

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Novo ano chinês festejado na Escola Secundária Carlos Amarante!

                                                           Fruindo a frescura

Árvores majestosas, mais de dez mil troncos,
águas límpldas correndo entre a névoa.
Diante de mim, o estuário do grande rio,
espaços imensos pincelados pelo vento.
Cadenciadamente, as ondas humedecendo a areia branca,
carpas douradas como nadando no ar.
Sentado num enorme rochedo, deixo
os borrifos das ondas salpicar meu humilde corpo
e asssim limpo a boca, lavo os pés.
Aqui ao lado, um velho, pescando.
Quantos os quw, sem glória, mordem, ávidod de engodo,
desejando quedar-se a " leste das folhas de lótus? "

Uma velha canção popular fala de um peixe nadando alegremente a " leste das folhas de lótus" e aí, na cobiça das coisas do mundo, morde o anzol que o vai pescar.

In Poemas de Wang Wei, Instituto Cultural de Macau



quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018



“Os livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas.” 
Mário Quintana
Foto: Arquivo Municipal de Ponte de Lima

Para os amantes do livro que inovação fantástica :) 

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018



A LEITORA 

 A leitora abre o espaço num sopro subtil. 
 Lê na violência e no espanto da brancura. 
 Principia apaixonada, de surpresa em surpresa. 
 Ilumina e inunda e dissemina de arco em arco. 
 Ela fala com as pedras do livro, com as sílabas da sombra. 

 Ela adere à matéria porosa, à madeira do vento. 
 Desce pelos bosques como uma menina descalça. 
 Aproxima-se das praias onde o corpo se eleva 
 em chama de água. Na imaculada superfície 
 ou na espessura latejante, despe-se das formas, 

 branca no ar. É um torvelinho harmonioso, 
 um pássaro suspenso. A terra ergue-se inteira 
 na sede obscura de palavras verticais. 
 A água move-se até ao seu princípio puro. 
 O poema é um arbusto que não cessa de tremer.

ANTÓNIO RAMOS ROSA, in VOLANTE VERDE ( Moraes Editores,1.ª Ed.,1986)

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Adeline Virginia Woolf, nascida Adeline Virginia Stephen (KensingtonMiddlesex25 de janeiro de 1882 — LewesSussex28 de março de 1941)
"Foi uma escritoraensaísta e editora britânica, conhecida como uma das mais proeminentes figuras do modernismo.
Woolf foi membro do Grupo de Bloomsbury e desempenhou um papel de significância dentro da sociedade literária londrina durante o período entre guerras. Seus trabalhos mais famosos incluem os romances Mrs. Dalloway (1925), To the Lighthouse (1927), Orlando: A Biography (1928), e o livro-ensaio A Room of One's Own (1929), onde encontra-se a famosa citação :


"Uma mulher deve ter dinheiro e um teto todo seu se ela quiser escrever ficção".

Filippo Venturi Photography | Blog

Portrait and Documentary Photographer

Virginia Woolf

Virginia Woolf
Virginia Woolf
“La vita è molto solida o molto instabile? Sono ossessionata da questa contraddizione. Dura da sempre, durerà sempre, affonda giù fino alle radici del mondo, quest’attimo in cui vivo. Ed è anche transitorio, fuggevole, diafano. Passerò come una nuvola sulle onde. Forse può darsi che, pur cambiando, pur fuggendo uno dietro l’altro così rapidi, abbiamo – noi esseri umani – una qualche successione e continuità, e che la luce ci attraversi. Ma cos’è la luce? Sono così turbata dal carattere transitorio della vita umana che spesso mi succede di dare un addio, dopo aver cenato con Roger, ad esempio; o di calcolare quante volte vedrò ancora Nessa.”

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Reflito eu... um leitor encerrará mesmo a Obra? Penso que não, enriquece-se ao lê-la, ao assimilá-la, ao analisá-la segundo a sua visão pessoal e, avoluma Luz, ao discuti-la com outras visões e interpretações. Logo a Obra não acaba mas é sim o começo de um novo vôo tão enriquecedor e promissor para todos aqueles onde ela chega. Como é maravilhoso este processo e percurso de uma obra pessoal que se liberta e passa a ser do mundo. :)



sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

http://plataforma9.com/financiamento/apoio-a-projetos-de-investigacao-em-lingua-e-cultura-portuguesas-da-fundacao-calouste-gulbenkian.htm